Viver é perigoso: o livro de Marcelo Freixo que expõe as raízes da crise de segurança no Brasil
Publicado pela Editora Planeta, obra escrita com Bruno Paes Manso traz bastidores da CPI das Milícias, o caso Marielle e a ascensão de grupos paramilitares no Rio — e suas reverberações nacionais
📌 Em resumo
• Marcelo Freixo e Bruno Paes Manso lançam Viver é perigoso, relato sobre confrontos com crime organizado, corrupção e violência política no Rio de Janeiro
• A obra aborda episódios-chave: a CPI das Milícias da Alerj, o assassinato de Marielle Franco e a atuação de Freixo como deputado e presidente da Embratur
• Lançamento oficial ocorre em março de 2026 pela Editora Planeta, com evento marcado para 11 de abril no Rio de Janeiro.
• Por que isso importa: Em um momento de polarização e avanço de milícias em múltiplos estados, o livro oferece um mapa analítico para compreender como estruturas paramilitares se entrelaçam com o poder público — e quais os riscos para a democracia brasileira.
Marcelo Freixo, professor, ex-deputado e ex-presidente da Embratur, lança em março de 2026 seu primeiro livro, Viver é perigoso: Minha travessia no Rio, escrito em parceria com o jornalista e pesquisador Bruno Paes Manso. Publicado pela Editora Planeta, a obra reúne relatos pessoais e análise política sobre duas décadas de confrontos com milícias, tráfico e violência institucional no Rio de Janeiro — um laboratório de tensões que hoje ecoam em todo o país.
Um relato entre memória e investigação
Viver é perigoso não é apenas uma autobiografia. É um documento que entrelaça a trajetória pessoal de Freixo — incluindo o assassinato de seu irmão por milicianos em 2006, fato que redirecionou sua atuação política — com uma investigação jornalística aprofundada sobre as estruturas do crime organizado no estado.
A coautoria de Bruno Paes Manso, autor de referência em estudos sobre PCC, milícias e violência no Brasil, confere à obra rigor analítico e acesso a fontes primárias.
“A rebelião em Bangu, a CPI das milícias, os assassinatos de Marielle e Anderson, as campanhas para deputado, prefeito e governador do Rio são fatos que marcaram a história da cidade e mudaram para sempre a vida dele. Este livro é um relato íntimo e de interesse público”, afirma Wagner Moura, ator e diretor, no texto de orelha da obra.
A CPI das Milícias e seus desdobramentos
Um dos eixos centrais do livro é a CPI das Milícias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), presidida por Freixo entre 2008 e 2009. A comissão expôs conexões entre agentes públicos, policiais e grupos paramilitares, revelando um modelo de poder que extrapola o Rio e se replica em outras regiões do país.
O relato inclui pressões políticas, ameaças recebidas e os limites institucionais enfrentados no combate a essas estruturas.
💔 Marielle Franco: um caso que atravessa o livro
A relação entre Freixo e a vereadora Marielle Franco — sua ex-assessora e amiga, assassinada em 2018 — é tratada com sensibilidade e profundidade. O livro aborda o impacto pessoal e político do crime, os desdobramentos da investigação e como o caso simboliza a colisão entre democracia e violência política no Brasil contemporâneo.
📊 Dados e contexto verificável
Título: Viver é perigoso: Minha travessia no Rio
Autores: Marcelo Freixo e Bruno Paes Manso
Editora: Editora Planeta
Lançamento: Março de 2026 (disponível em pré-venda) na Amazon
e na editora www.planetadelivros.com.br
Formato: 272 páginas, brochura com orelhas
ISBN: 978-85-422-3961-4
Preço sugerido: R$ 67,90 (versão física)
Evento de lançamento: 11 de abril de 2026, às 14h, no Alfa Bar (Boulevard Olímpico, Centro do Rio)
A publicação de Viver é perigoso chega em um momento de reconfiguração do debate sobre segurança pública no Brasil. Com milícias expandindo sua influência para além do Rio — em estados como Bahia, Espírito Santo e até na Amazônia —, a obra oferece um marco analítico para compreender como grupos paramilitares se articulam com o Estado, corroendo instituições e distorcendo a representação política. Para leitores interessados em política, justiça e poder, o livro funciona como uma lente para decifrar dinâmicas que afetam diretamente a qualidade da democracia nacional.
“No Rio de Janeiro a milícia não é um poder paralelo. É o Estado”, alerta reportagem da Agência Pública sobre a natureza híbrida dessas estruturas — uma premissa que Freixo e Manso desenvolvem com dados e depoimentos inéditos.
“Este livro é um relato íntimo e de interesse público” — Wagner Moura
🔹 Cronologia essencial (para contextualizar a trajetória):
2006: Assassinato do irmão de Freixo por milicianos
2008-2009: Presidência da CPI das Milícias na Alerj
2018: Assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes
2019-2023: Mandato como deputado federal
2023-2025: Presidência da Embratur
2026: Lançamento de Viver é perigoso
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Viver é perigoso não oferece respostas fáceis — e talvez essa seja sua maior contribuição. Ao documentar os custos pessoais e institucionais de enfrentar estruturas criminosas enraizadas no poder, Freixo e Manso convidam o leitor a refletir: em um país onde a fronteira entre Estado e crime organizado se torna cada vez mais difusa, quais mecanismos restam para defender a democracia? E, mais urgente: como construir alternativas de segurança pública que não reproduzam violência e arbitrariedade?
🔎 VERIFICAÇÃO E CONFIABILIDADE
✅ Todas as informações sobre datas, preços, ISBN e detalhes editoriais foram conferidas em fontes oficiais: site da Editora Planeta e PlatôBr.
✅ Citações atribuídas com clareza a Wagner Moura (texto de orelha) e referências a Agência Pública para contextualização sobre milícias.
✅ Dados biográficos de Freixo e Bruno Paes Manso validados em ficha técnica da editora e perfis institucionais.
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O avanço das milícias é um desafio apenas do Rio de Janeiro ou um problema nacional que exige respostas coordenadas? Deixe sua opinião nos comentários.
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