Erros foram cometidos (Mas juro que não fui eu): Por que políticos e cidadãos preferem a autojustificação à responsabilidade
Nova edição da obra-prima de Carol Tavris e Elliot Aronson chega ao Brasil pela Editora Goya e expõe os mecanismos psicológicos que corroem democracias – inclusive a nossa
Admitir um erro é uma das tarefas mais difíceis da experiência humana. Em vez de reconhecer falhas, indivíduos, governos e instituições preferem construir narrativas de autojustificadoras que protegem o ego a qualquer custo. Essa é a tese central de Erros foram cometidos (mas juro que não fui eu), clássico da psicologia social escrito por Carol Tavris e…




