Troca na presidência do Conselho da Gafisa consolida onda de mudanças nas empresas de Nelson Tanure
Em meio a uma reestruturação forçada por dívidas, a Gafisa altera seu conselho enquanto bancos credores assumem fatias estratégicas da Light e Alliança, impactando o mercado financeiro
O cenário corporativo das empresas ligadas ao empresário baiano Nelson Tanure atravessa um período de intensa turbulência e trocas de comando. Nesta segunda-feira (09/02), a construtora Gafisa oficializou mais uma alteração em sua cúpula administrativa. Mariana de Oliveira, colaboradora de longa data de Nelson Tanure desde o período do estaleiro Ishibras/Verolme, deixou a presidência do Conselho de Administração. Para o seu lugar, foi nomeado Eduardo Jácome.
Esta movimentação ocorre em um intervalo curto de tempo após mudanças na gestão executiva. No último dia 23 de janeiro, Luis Fernando Ortiz assumiu o cargo de Diretor-Presidente da Gafisa, substituindo Sheyla Resende. As trocas sucessivas no topo da pirâmide administrativa sinalizam um esforço de reorganização em um momento de pressão externa sobre os ativos do grupo.
O cerco dos credores e a perda de ativos
A crise não se limita à governança interna. Na última sexta-feira, o mercado financeiro testemunhou uma movimentação agressiva de grandes instituições bancárias e fundos de investimento. Santander, BTG Pactual, Farallon e Prisma Capital executaram as garantias da dívida da Ligga, operadora de telecomunicações paranaense controlada por Nelson Tanure.
Com a execução das garantias, o empresário perdeu fatias substanciais em duas companhias de peso:
Light (Setor de Energia): Os credores assumiram o controle de aproximadamente 15% das ações que pertenciam a Nelson Tanure.
Alliança (Medicina Diagnóstica): A perda foi ainda mais acentuada, com a transferência de cerca de 70% das participações para os bancos e fundos.
Impactos institucionais
A saída de Mariana de Oliveira da Gafisa é simbólica, dada sua trajetória histórica ao lado de Nelson Tanure. A entrada de Eduardo Jácome ocorre em um contexto onde a confiança do investidor é testada pela liquidação de ativos em outras frentes do conglomerado.
Analistas de mercado observam que a execução de garantias por instituições como Santander e BTG Pactual é um movimento drástico que ocorre quando as tentativas de renegociação de dívidas esgotam seu potencial. O impacto social e econômico dessas mudanças reflete a fragilidade financeira atual da Ligga e as possíveis repercussões na operação da Gafisa, que busca agora estabilidade em sua liderança.
🔎 Verificação e confiabilidade
Mudança na Gafisa: Confirmada conforme registros de governança corporativa.
Execução de Garantias: Fato ocorrido em 06/02, envolvendo as instituições Santander, BTG, Farallon e Prisma.
Percentuais de Ações: Dados referentes às participações na Light (15%) e Alliança (70%) são baseados nos registros de garantias da dívida da Ligga.
Como você avalia o impacto dessas trocas de comando na estabilidade de grandes empresas como a Gafisa? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe esta análise em suas redes sociais para fomentar o debate sobre o mercado de capitais brasileiro.
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