Rondônia 2026: com Léo Moraes fora, Hildon Chaves herda os 20% que podem definir o segundo turno
Veritá ouviu 1.220 rondonienses entre 13 e 19 de março; análise dos dados aponta volatilidade real no segundo lugar e disputa acirrada no Senado dentro do próprio campo da direita; veja a análise ONE
Em resumo
- Marcos Rogério (PL) lidera com 38,9% entre decididos, mas 81,2% do eleitorado ainda não tem candidato definido — o cenário é estruturalmente aberto
- Léo Moraes não disputa o governo: seus 20,2% estão disponíveis, e Hildon Chaves (agora no União Brasil e ex-prefeito de Porto Velho) é o candidato com maior potencial de absorção
- No Senado, Fernando Máximo migrou para o PL e pode disputar a única vaga com Bruno Bolsonaro Scheid — dois nomes do mesmo partido, com risco real de divisão de votos
- Expedito Netto (PT) tem 62,9% de rejeição — o maior índice da pesquisa, tornando sua chegada ao segundo turno improvável com base nos dados atuais
- Por que isso importa agora: Rondônia é o estado com maior concentração de voto de direita no Brasil — o que for decidido aqui moldará o bloco conservador no Congresso a partir de 2027
Pesquisa do Instituto Veritá realizada entre 13 e 19 de março de 2026, com 1.220 eleitores rondonienses e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo RO-05454/2026, mostrou o senador Marcos Rogério (Partido Liberal) na liderança da corrida ao governo estadual. Mas três movimentos posteriores ao campo da pesquisa alteram substancialmente sua leitura: o prefeito Léo Moraes (Podemos) não disputará o governo — permanece no comando de Porto Velho —, o ex-prefeito Hildon Chaves deixou o Partido da Social Democracia Brasileira e filiou-se ao União Brasil, e o deputado Dr. Fernando Máximo migrou para o Partido Liberal. Esses movimentos reposicionam o tabuleiro de modo que os números brutos da pesquisa, lidos sem esse contexto, descrevem um cenário que já não existe.
Ficha técnica: o que esta pesquisa representa
O levantamento é de iniciativa própria do Instituto Veritá Ltda. — EPP, sem contratante identificado, o que confere independência metodológica em relação a agendas partidárias. O universo abrange moradores do Estado de Rondônia há pelo menos um ano, com idade igual ou superior a 16 anos. A amostra de 1.220 entrevistas foi definida com base nos dados do Censo do Tribunal Superior Eleitoral de 2024, Censo 2022, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios e Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, garantindo proporcionalidade por sexo, idade, escolaridade e distribuição geográfica estadual.
As entrevistas foram conduzidas por unidade automatizada de respostas com tecnologia de reconhecimento de voz e transcrição de áudio para texto — metodologia crescente no Brasil, que reduz o custo de campo mas pode influenciar respostas em perguntas sensíveis como renda e raça. Após a coleta, todos os questionários passaram por filtros de consistência, e 20% das entrevistas foram auditadas por ligações telefônicas ou visitas domiciliares. A margem de erro é de 3,0 pontos percentuais para intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa não segmenta resultados por município ou mesorregião — Rondônia é tratada como unidade única. Isso limita análises por polo regional como Ji-Paraná, Cacoal ou Ariquemes, mas garante representatividade para o estado como um todo.
Quem respondeu: perfil sociodemográfico da amostra
A distribuição por sexo foi de 48,3% masculino e 51,7% feminino, próxima à composição do eleitorado registrado no TSE.
Por faixa etária: 34,3% têm entre 16 e 34 anos, 38,9% entre 35 e 54 anos e 26,8% têm 55 anos ou mais. O bloco de meia-idade — historicamente o de maior comparecimento eleitoral e com preferências políticas mais consolidadas — é o mais expressivo.
Na escolaridade: 67% têm até ensino médio completo e 33% têm ensino superior completo ou incompleto. O predomínio de eleitores com escolaridade básica ou média é consistente com o perfil regional do Norte brasileiro e influencia diretamente a leitura das preferências ideológicas.
Na renda familiar, 55,7% não souberam ou não responderam — índice elevado, típico de entrevistas automatizadas em que o entrevistado tende a omitir dados financeiros. Entre os que responderam: 15,3% têm renda entre dois e cinco salários mínimos, 15% acima de cinco salários mínimos e 14% abaixo de dois salários mínimos.
No perfil religioso, 22% se declaram evangélicos e 19,5% católicos entre os que responderam. Na autodeclaração racial: 25% pardos, 16,7% brancos e 5,5% negros, com 49,5% sem resposta — padrão também associado à metodologia automatizada.
Dois recortes do perfil merecem atenção analítica especial. Homens declaram preferência pela direita em proporção significativamente maior do que mulheres: 53,2% contra 34,7%. E evangélicos concentram 72,1% de preferência por candidatos de direita para a eleição presidencial — o maior índice entre todos os grupos religiosos pesquisados.
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O efeito Léo Moraes: 20% procuram novo endereço
Este é o dado mais politicamente relevante que os comunicados de divulgação da pesquisa não trataram. Na simulação de primeiro turno, Léo Moraes aparece com 20,2% das intenções de voto entre os decididos. Como o prefeito de Porto Velho não é candidato ao governo estadual e não sinalizou publicamente essa pretensão, esse bloco eleitoral estará disponível para redistribuição.
A pergunta central é: quem absorve esses votos?
O candidato com maior potencial de captação desse eleitorado, com base nos dados, é Hildon Chaves. Há três razões para essa leitura. Primeira: Chaves é ex-prefeito de Porto Velho — a mesma base territorial de Léo Moraes — e compartilha o perfil de gestor municipal que esse eleitorado valoriza. Segunda: sua rejeição é de apenas 7,5%, a menor entre os candidatos com expressão eleitoral relevante, o que indica baixa resistência à migração de votos. Terceira: na segunda intenção de voto, Chaves aparece com 17,1% — o maior salto relativo entre primeira e segunda rodada entre os candidatos testados, sinalizando que há eleitores que o consideram uma opção viável mas ainda optam por outro nome na primeira escolha.
A migração de Chaves para o União Brasil reforça essa perspectiva ao aproximá-lo de uma estrutura partidária com presença nacional e capacidade de campanha, além de um campo político — o de centro-direita e direita moderada — que é exatamente onde o eleitorado de Léo Moraes se concentra.
“A migração mais importante desta eleição pode não ser a de votos no dia do pleito — mas a de Hildon Chaves para o União Brasil antes mesmo de a campanha começar.”
Marcos Rogério: liderança sólida, teto a confirmar
Com 38,9% entre os decididos no primeiro turno simulado, Marcos Rogério (PL) tem liderança expressiva. Mas dois dados precisam ser ponderados.
O primeiro é estrutural: 81,2% dos eleitores ainda não têm candidato definido para governador. Isso não significa que os indecisos são terreno neutro — significa que o cenário ainda está em formação. A liderança de Rogério reflete primariamente reconhecimento de nome: como senador com projeção nacional e protagonismo em Comissões Parlamentares de Inquérito de grande repercussão, ele é o mais conhecido. Reconhecimento, porém, não é voto consolidado.
O segundo dado é a rejeição: 17,9% dos entrevistados afirmam que não votariam em Rogério de jeito nenhum — a segunda maior rejeição entre os candidatos ao governo, atrás apenas de Expedito Netto. Isso sugere que seu eleitorado está em grande parte já mobilizado, mas que o crescimento a partir daqui depende de novos eleitores que, por enquanto, resistem ao seu nome.
Em termos estritamente metodológicos, a posição de Rogério é confortável para uma pesquisa realizada 18 meses antes do pleito. A variável a monitorar é se a entrada de Chaves no campo de centro-direita comprime o segundo lugar ou abre espaço para que a disputa pelo segundo turno se defina entre dois candidatos do mesmo espectro.
A rejeição: a radiografia que as intenções não mostram
A pergunta sobre rejeição — “em quem não votaria de jeito nenhum?” — é analiticamente mais estável do que a intenção de voto, porque reflete posições consolidadas e de difícil reversão.
Expedito Netto (PT) registra 62,9% de rejeição entre os que responderam — o maior índice da pesquisa, com distância considerável do segundo colocado. Para contextualizar: em pesquisas eleitorais brasileiras, índices de rejeição acima de 40% costumam indicar teto eleitoral intransponível para um segundo turno. Aos 62,9%, Netto enfrenta uma barreira estrutural que os dados atuais não permitem imaginar superada com a composição do eleitorado rondoniense.
Marcos Rogério tem 17,9% de rejeição — alto para quem lidera as intenções, mas geometricamente inferior ao de Netto.
Adailton Fúria (PSD) registra 7,8% e Hildon Chaves 7,5% — os menores índices entre os candidatos com presença eleitoral relevante. Baixa rejeição combinada com potencial de crescimento via eleitorado de Léo Moraes é a equação mais favorável que um candidato pode ter neste estágio da corrida.
No Senado, a rejeição mais alta é de Confúcio Moura (Movimento Democrático Brasileiro), com 35,7% — provavelmente associada à percepção de proximidade com o campo do governo federal. Acir Gurgacz (Partido Democrático Trabalhista) aparece em segundo com 21,8%. Bruno Bolsonaro Scheid registra 20,8% de rejeição — alto para quem lidera as intenções, e estruturalmente semelhante ao padrão observado com Rogério no governo.
Senado: duas vagas, e o PL pode eleger os dois
Rondônia renova duas vagas no Senado em 2026 — os mandatos iniciados em 2019 vencem simultaneamente. Cada eleitor terá direito a dois votos para senador, e os dois mais votados entre todos os candidatos serão eleitos, independentemente de partido. Esse formato muda radicalmente a leitura dos dados.
Com Fernando Máximo e Bruno Bolsonaro Scheid potencialmente no Partido Liberal, o cenário não é de divisão prejudicial — é de complementaridade estratégica. Os dois candidatos podem capturar segmentos diferentes do mesmo campo político: Bolsonaro Scheid mobiliza o eleitorado bolsonarista mais identificado com o ex-presidente, enquanto Fernando Máximo tende a atrair o voto de direita mais amplo, inclusive de eleitores que não necessariamente se identificam com o bolsonarismo como movimento. Os dados sustentam essa leitura.
Na primeira rodada de intenções, Bruno Bolsonaro Scheid lidera com 32,4% entre os decididos. Fernando Máximo aparece em segundo com 20,3%. Juntos, somariam 52,7% das intenções no campo da direita — margem confortável para eleger os dois, se essa hipótese de coordenação se confirmar.
O dado mais revelador, porém, está na segunda rodada. Quando o eleitor deve indicar um segundo nome excluindo sua primeira escolha, Fernando Máximo assume a liderança isolada com 20,5%. Bolsonaro Scheid cai para 12,6%. Esse movimento indica que Fernando Máximo é o candidato com maior apelo transversal: é primeira opção para um bloco expressivo e segunda opção para outro bloco distinto — o perfil clássico de um candidato que consolida votação nas duas rodadas de escrutínio.
Mariana Carvalho (Republicanos), partido alinhado ao União Brasil, aparece com 5,9% na primeira rodada e 8,7% na segunda — o mesmo padrão de crescimento entre as rodadas observado em Fernando Máximo, ainda que em patamar inferior. É a terceira força a monitorar, especialmente se a coordenação entre Republicanos e União Brasil se consolidar antes do período eleitoral formal.
A rejeição estrutura o quadro de forma ainda mais clara. Confúcio Moura (Movimento Democrático Brasileiro) lidera a rejeição com 35,7% — provavelmente associada à percepção de proximidade com o campo do governo federal. Acir Gurgacz (Partido Democrático Trabalhista) aparece em segundo com 21,8%. Bruno Bolsonaro Scheid registra 20,8% de rejeição — alto para quem lidera as intenções, mas estruturalmente administrável num pleito de duas vagas, já que o eleitor que o rejeita pode simplesmente usar seu segundo voto em outro nome sem que isso impeça a eleição de Bolsonaro Scheid pela sua base.
“Num pleito de duas vagas, a rejeição de Bruno Bolsonaro Scheid pesa menos do que pareceria numa corrida de vaga única. Seu eleitorado é fiel e suficiente para uma das duas cadeiras — a dúvida é quem ocupa a segunda.”
Com base estritamente nos dados da pesquisa, o cenário de maior probabilidade aponta para Bruno Bolsonaro Scheid como favorito à primeira vaga, com eleitorado cativo e liderança consistente. A segunda vaga está em disputa entre Fernando Máximo — que apresenta o melhor desempenho combinado nas duas rodadas — e Silvia Cristina (Progressistas), que mantém 7,7% na primeira rodada e 7,9% na segunda com consistência notável. Mariana Carvalho é a quarta força a acompanhar, especialmente diante da movimentação partidária em curso.
A questão que os dados não respondem ainda — e que a legislação eleitoral não permite antecipar como fato consumado antes dos registros formais no Tribunal Superior Eleitoral — é se o Partido Liberal confirmará dois candidatos ao Senado ou optará por concentrar esforços em um único nome. Essa decisão interna, quando tomada, será o evento mais determinante para a configuração final da corrida senatorial em Rondônia.
Segurança pública: o eixo central da disputa
A pesquisa dedicou oito perguntas ao tema da segurança — recorte que, por si só, revela onde o eleitor rondoniense coloca sua preocupação prioritária.
Questionados sobre a sensação de segurança no bairro ou cidade, 30,7% disseram se sentir inseguros e 14,7% muito inseguros — totalizando 45,4% com percepção negativa entre os que responderam. Comparando com quatro anos atrás, 28,3% afirmam que a situação piorou muito e 20,7% que piorou um pouco — ou seja, 49% percebem deterioração da segurança no período.
No combate às facções criminosas e ao narcotráfico, 29,9% avaliam que a situação piorou muito e 17,8% que piorou um pouco nos últimos quatro anos. Sobre classificar grandes organizações criminosas como terroristas, 70,5% concordam totalmente e 13% concordam parcialmente — concordância de 83,5% no total.
A confiança nas instituições de segurança pública estadual é minoritária: apenas 6,3% confiam muito e 24,8% confiam parcialmente. Do lado oposto, 29,2% desconfiam parcialmente e 39,6% desconfiam muito — 68,8% de desconfiança no total.
Quase metade dos entrevistados que responderam à pergunta — 47,9% — afirmam que eles próprios ou algum familiar foram vítimas de crime nos últimos 12 meses.
O candidato ao governo que não apresentar proposta concreta e detalhada de segurança pública estará ignorando o tema mais tangível e mais votado pelo eleitor rondoniense. A pauta também funciona como vetor de rejeição estrutural ao Partido dos Trabalhadores, dado que 75,8% dos rondonienses desaprovam o governo federal — gestão que é associada, no imaginário regional, à resistência à política de segurança mais dura defendida pela maioria do eleitorado.
O retrato ideológico: Rondônia como caso extremo no mapa nacional
Entre os eleitores que declararam preferência ideológica para a eleição presidencial de 2026, 69,4% optariam por candidato de direita, 5,0% por centro-direita, 3,6% por centro, 8,1% por centro-esquerda e 13,8% por esquerda. Somando direita e centro-direita, chega-se a 74,4% do eleitorado com opinião declarada.
O perfil ideológico é consistente com a avaliação do governo federal: 54,1% consideram a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva péssima, e a desaprovação total chega a 75,8% entre os que responderam à pergunta. No governo estadual, Marcos Rocha — que cumpre seu último mandato — registra 61,8% de desaprovação, com avaliação de gestão majoritariamente entre regular, ruim e péssimo.
Esse duplo desgaste — federal e estadual — cria um ambiente em que todos os candidatos com maior potencial eleitoral precisam se posicionar como alternativa à situação, mesmo quando têm vínculos com a estrutura de poder vigente.
Impacto para o cenário regional e nacional
Rondônia tem representação proporcional limitada no Congresso — oito deputados federais e um senador eleito em 2026 —, mas seu peso político é desproporcional à bancada por razões geopolíticas e simbólicas.
O estado é fronteira estratégica com Bolívia e Peru, atravessado por rotas do narcotráfico, com dinâmica de segurança pública que conecta as pautas regionais às discussões nacionais sobre crime organizado e soberania territorial. Um senador de Rondônia eleito no campo da direita dura terá posição relevante nas comissões de segurança, relações exteriores e amazônia no Congresso a partir de 2027.
Para o governo federal, os números desta pesquisa indicam que a estratégia de recuperação eleitoral no Norte passa por variáveis que não se resolvem com agenda econômica: a percepção de piora na segurança e a rejeição ideológica estão enraizadas e não respondem, no curto prazo, a transferências de renda ou obras de infraestrutura. O Partido dos Trabalhadores enfrenta em Rondônia um teto estrutural que os dados desta pesquisa quantificam com clareza.
Para a direita nacional, a questão é outra: a fragmentação observada entre os pré-candidatos rondonienses — especialmente no Senado — reproduz em escala estadual o problema que o campo conservador enfrenta nacionalmente desde 2023: como se organizar eleitoralmente sem a centralização que o bolsonarismo proporcionou entre 2018 e 2022.
A pergunta que este cenário coloca — sem que os dados permitam respondê-la ainda — é se as lideranças políticas de Rondônia conseguirão coordenar suas candidaturas antes do período eleitoral formal ou se chegarão a outubro de 2026 divididas num campo que, em tese, teria votos suficientes para vencer com folga em qualquer configuração.
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Meta description: Análise da pesquisa Veritá RO-05454/2026: com Léo Moraes fora da disputa e Hildon Chaves no União Brasil, o cenário de 2026 em Rondônia é mais aberto do que os números brutos indicam.
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