Projeto Antifacção é mais marketing político que solução efetiva, diz jurista
Segundo especialista em Criminologia, proposta é um ‘placebo para ganhar votos' que erra o alvo do combate às facções criminosas
Vendido como uma resposta dura do Estado ao crime organizado, o “PL Antifacção” aprovado na Câmara nesta terça-feira (18/11) eleva penas para até 66 anos, endurece a progressão de regime e permite o confisco de bens de investigados antes mesmo de uma condenação final. No papel, parece um avanço. Mas, na prática, é um “placebo para ganhar votos” que pode




