Ação integrada entre PF, ANP e Senacon mira práticas anticoncorrenciais e repasse indevido de custos ao consumidor em momento de tensão geopolítica e pressão inflacionária
Deveriam fiscalizar tambem aqui em Manaus no Amazonas, aqui é pior que em qualquer estado:
GASOLINA EM MANAUS: POR QUE A CONTA NÃO FECHA PARA O MOTORISTA?
A conta não fecha e a realidade dói no bolso: enquanto a média de preço da gasolina no Brasil hoje gira em torno de R$ 6,30, aqui no Amazonas o motorista está sendo castigado com valores que chegam a R$ 7,59 na capital e beiram os R$ 9,00 no interior. E não deixem ninguém te enganar dizendo que a culpa é do imposto: desde 2023, o ICMS da gasolina passou a ser FIXO E IGUAL em todo o país (atualmente em R$ 1,47 por litro). Se o imposto é o mesmo em São Paulo e em Manaus, por que a nossa gasolina é a mais cara do Brasil? A resposta é uma burrice estratégica que muitos de nós, motoristas, fomos convencidos a aplaudir na época: a venda da REMAN.
O governo anterior entregou a nossa refinaria para um grupo privado local sob a falsa promessa de que a "concorrência" baixaria o preço. Foi a maior mentira contada para o povo do Amazonas. Não houve concorrência; o que aconteceu foi a troca de um monopólio estatal, que ainda podia ser cobrado e fiscalizado, por um monopólio privado regional sem freios. Hoje, produzimos o petróleo em Urucu e temos a refinaria na nossa porta, mas pagamos preço de importação porque a REMAN (agora REAM) cobra em dólar e ignora a realidade de quem está no volante.
Para piorar, caímos no cercado de um cartel histórico onde as grandes redes de postos e a política local são farinha do mesmo saco. É um segredo aberto em Manaus que as famílias donas de redes de postos ocupam cadeiras no poder e influenciam os próprios órgãos que deveriam nos fiscalizar. Ver o Procon tentando "controlar" o preço em Manaus é como colocar o cachorro para tomar conta da linguiça: o fiscal muitas vezes é "amigo" ou indicado de quem é o dono do posto. O sistema é blindado: quando o petróleo sobe no Oriente Médio, a bomba aumenta no mesmo minuto; quando a refinaria baixa centavos, o cartel segura o preço alto para "limpar estoque" e o alívio nunca chega para quem trabalha. Enquanto a gente se divide por ideologia, o dono da refinaria e o político dono de posto brindam com o nosso suor. Batemos palma para a privatização da nossa soberania energética e agora pagamos o ingresso mais caro do país para ter o direito de trabalhar 12 horas por dia. Acorda, motorista! O problema não é o tributo, é a ganância de quem manda no Amazonas.
Deveriam fiscalizar tambem aqui em Manaus no Amazonas, aqui é pior que em qualquer estado:
GASOLINA EM MANAUS: POR QUE A CONTA NÃO FECHA PARA O MOTORISTA?
A conta não fecha e a realidade dói no bolso: enquanto a média de preço da gasolina no Brasil hoje gira em torno de R$ 6,30, aqui no Amazonas o motorista está sendo castigado com valores que chegam a R$ 7,59 na capital e beiram os R$ 9,00 no interior. E não deixem ninguém te enganar dizendo que a culpa é do imposto: desde 2023, o ICMS da gasolina passou a ser FIXO E IGUAL em todo o país (atualmente em R$ 1,47 por litro). Se o imposto é o mesmo em São Paulo e em Manaus, por que a nossa gasolina é a mais cara do Brasil? A resposta é uma burrice estratégica que muitos de nós, motoristas, fomos convencidos a aplaudir na época: a venda da REMAN.
O governo anterior entregou a nossa refinaria para um grupo privado local sob a falsa promessa de que a "concorrência" baixaria o preço. Foi a maior mentira contada para o povo do Amazonas. Não houve concorrência; o que aconteceu foi a troca de um monopólio estatal, que ainda podia ser cobrado e fiscalizado, por um monopólio privado regional sem freios. Hoje, produzimos o petróleo em Urucu e temos a refinaria na nossa porta, mas pagamos preço de importação porque a REMAN (agora REAM) cobra em dólar e ignora a realidade de quem está no volante.
Para piorar, caímos no cercado de um cartel histórico onde as grandes redes de postos e a política local são farinha do mesmo saco. É um segredo aberto em Manaus que as famílias donas de redes de postos ocupam cadeiras no poder e influenciam os próprios órgãos que deveriam nos fiscalizar. Ver o Procon tentando "controlar" o preço em Manaus é como colocar o cachorro para tomar conta da linguiça: o fiscal muitas vezes é "amigo" ou indicado de quem é o dono do posto. O sistema é blindado: quando o petróleo sobe no Oriente Médio, a bomba aumenta no mesmo minuto; quando a refinaria baixa centavos, o cartel segura o preço alto para "limpar estoque" e o alívio nunca chega para quem trabalha. Enquanto a gente se divide por ideologia, o dono da refinaria e o político dono de posto brindam com o nosso suor. Batemos palma para a privatização da nossa soberania energética e agora pagamos o ingresso mais caro do país para ter o direito de trabalhar 12 horas por dia. Acorda, motorista! O problema não é o tributo, é a ganância de quem manda no Amazonas.