Mastercard executa dívida de acionista do BRB e assume 6,93% do capital do banco
Banco de Brasília informa ao mercado que participação da Mastercard decorre de dívida de investidor do mercado secundário e que ações serão vendidas sem impacto no controle da instituição
O Banco de Brasília (BRB) comunicou ao mercado, na noite de terça-feira (20/1), que a Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos Ltda. tornou-se detentora de 6,93% do capital social total da instituição financeira após a execução de uma garantia vinculada a uma dívida de um acionista do mercado secundário.
Segundo o documento divulgado pelo BRB, a participação da Mastercard corresponde a 33.684.706 ações, sendo 11.750.000 ações ordinárias, equivalentes a 3,67% do total das ações ordinárias, e 21.934.706 ações preferenciais, que representam 13,21% das ações preferenciais da companhia. O volume financeiro envolvido na operação foi estimado em aproximadamente R$ 230 milhões.
A operação foi formalizada por meio do mecanismo de excussão de alienação fiduciária, utilizado quando uma dívida garantida por ações não é quitada. De acordo com o banco, a obrigação financeira não pertencia ao próprio BRB, mas a um investidor que atuava no mercado secundário.
Em comunicado oficial, o BRB destacou que a Mastercard informou que a consolidação da propriedade das ações ocorreu em seu favor como resultado direto da execução da garantia. Ainda segundo a empresa de meios de pagamento, não há intenção de manter a participação acionária no banco.
“A excussão da garantia não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da sociedade”, enfatizou a Mastercard Brasil Soluções de Pagamentos Ltda. na correspondência enviada ao BRB.
A instituição financeira, por sua vez, afirmou que a multinacional comunicou formalmente que procederá à venda das ações e que não exercerá direitos políticos vinculados aos papéis durante o período em que estiver realizando a alienação dos ativos.
O comunicado foi publicado em conformidade com a Resolução CVM nº 44/2021, que estabelece regras para a divulgação de participações relevantes no capital de companhias abertas, reforçando a transparência ao mercado e aos investidores.
Do ponto de vista institucional, o BRB ressaltou que a movimentação não altera a estrutura de controle do banco nem sua administração, mantendo inalterada a governança corporativa da instituição. Especialistas do setor financeiro observam que operações desse tipo são comuns em casos de inadimplência envolvendo garantias em ações, sobretudo no mercado secundário, e tendem a ter caráter temporário quando o credor não tem interesse estratégico na companhia.
A venda das ações pela Mastercard deverá ocorrer nos próximos meses, conforme as condições de mercado e os procedimentos regulatórios aplicáveis. O BRB não informou se haverá preferência por investidores estratégicos ou se a alienação ocorrerá integralmente no mercado de capitais.
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