Governo efetiva mudança nos Correios e prepara plano de resgate financeiro para evitar colapso
Com novo presidente à frente da estatal, governo negocia renegociação de dívida de R$ 1,8 bilhão e avalia aporte do Tesouro para estabilizar situação crítica

O anúncio da troca de comando nos Correios – mais de dois meses após o pedido de demissão do então presidente – desencadeou um plano emergencial do governo federal para socorrer a empresa em crise. O roteiro envolve três eixos principais: renegociação de dívidas, aporte de recursos públicos e medidas internas de reestruturação.
Disputa, nova gestão e crise financeira
Emmanoel Schmidt Rondon, funcionário de carreira do Banco do Brasil, foi escolhido em 16 de setembro de 2025 para presidir os Correios.
Ele substituirá Fabiano Silva dos Santos, que pediu demissão em 4 de julho.
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