Fraudes no Banco Master e Reag Investimentos: Campos Neto e João Carlos Mansur depõem ao Senado
Senadores buscam esclarecer a liquidação de fundos e supostas manipulações no mercado financeiro que teriam beneficiado organizações criminosas durante a gestão do ex-presidente do BC
A CPI do Crime Organizado entra em uma fase decisiva nesta terça-feira (3), a partir das 9h, com a oitiva de figuras centrais para o entendimento das engrenagens financeiras que sustentam atividades ilícitas no Brasil. O principal foco da reunião será o depoimento de Roberto Campos Neto, que exerceu o cargo de Presidente do Banco Central entre 2019 e 2024.
A convocação, oficializada pelo requerimento REQ 185/2026 - CPICrime, foi apresentada pelo Senador Jaques Wagner (PT-BA), Líder do Governo no Senado. O parlamentar sustenta que o colapso e as investigações em torno do Banco Master são os motivos primordiais para a presença do ex-dirigente. Segundo Wagner, a oitiva visa “coletar informações técnicas e estratégicas” para identificar se houve negligência ou falhas estruturais na fiscalização que permitiram a expansão de capitais de origem criminosa no sistema bancário formal.
Investigação sobre a Reag e o Banco Master
Além de Campos Neto, os senadores ouvirão João Carlos Falbo Mansur, Fundador da Reag Investimentos. O depoimento de Mansur atende ao requerimento REQ 179/2026 - CPICrime, de autoria do Senador Fabiano Contarato (PT-ES), que ocupa a função de Presidente da CPI.
O foco sobre Mansur recai sobre a liquidação de fundos geridos pela Reag, determinada pelo Banco Central após a identificação de infrações graves. Conforme as investigações em curso pela Polícia Federal (PF) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), há indícios robustos de um esquema de manipulação do mercado financeiro envolvendo gestores do Banco Master e da Reag Investimentos.
“A oitiva servirá para esclarecer os fatos e aprimorar a legislação”, pontuou o Senador Jaques Wagner em sua justificativa técnica.
Impactos políticos e institucionais
A presença de Campos Neto na CPI eleva a temperatura política no Congresso Nacional. O debate gira em torno da eficácia das ferramentas de controle do COAF e do próprio Banco Central no combate à lavagem de dinheiro. A investigação busca entender como instituições sob suspeita de fraude conseguiram operar e expandir sua influência no mercado de capitais sem o bloqueio preventivo das autoridades reguladoras.
A CPI pretende traçar o caminho do dinheiro e verificar se as “facções de colarinho branco” utilizaram a estrutura desses bancos e fundos para dar aparência de legalidade a recursos obtidos de forma ilícita.
🔎 Verificação e confiabilidade
Data da Audiência: 3 de março de 2026.
Base Legal: Requerimentos REQ 179/2026 e REQ 185/2026 - CPICrime.
Status das Investigações: Inquéritos em andamento pela PF e CVM.
A fiscalização bancária no Brasil é rigorosa o suficiente para deter o crime organizado ou precisa de mudanças urgentes? Deixe sua opinião nos comentários abaixo e compartilhe esta matéria para fortalecer o debate sobre a transparência no sistema financeiro.
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