Corpo de arquiteta desaparecida desde outubro de 2025 é encontrado em São Paulo; ex-namorado confessa e está preso
Investigação aponta histórico de violência doméstica, descumprimento de medidas protetivas e apreensão de arma após confissão do suspeito, agora à disposição da Justiça
O corpo da arquiteta Fernanda Silveira de Andrade, de 29 anos, foi encontrado neste sábado (24) em uma área de mata no bairro de Marsillac, na zona sul de São Paulo. Moradora de Serra Negra (SP), ela estava desaparecida desde outubro do ano passado, segundo informações divulgadas pelo governo estadual.
A localização do corpo ocorreu após a prisão do ex-namorado da vítima, Euhanan dos Santos Barbosa, de 25 anos. De acordo com a Polícia Civil do Estado de São Paulo, ele foi abordado por policiais enquanto caminhava pela rua, após uma denúncia. Durante a abordagem, o suspeito confessou o crime e indicou o local onde o corpo havia sido deixado.
Em depoimento às autoridades, Euhanan dos Santos Barbosa afirmou ter matado Fernanda Silveira de Andrade com dois disparos de arma de fogo. Com ele, a polícia apreendeu um revólver calibre .38 e munições, que foram encaminhados para perícia.
O histórico do caso revela um contexto prévio de violência doméstica. Em 2023, o suspeito já havia respondido por tentativa de homicídio após esfaquear a vítima oito vezes. Na ocasião, Fernanda sobreviveu e, posteriormente, o casal retomou o relacionamento.
Registros oficiais apontam que a arquiteta havia procurado a polícia em outras oportunidades. Segundo os boletins de ocorrência, ela solicitou medidas protetivas contra o ex-companheiro, alegando sofrer ameaças constantes e afirmando que tinha dificuldades para encerrar o relacionamento devido a intimidações, inclusive contra familiares.
O caso foi registrado no 101º Distrito Policial, no bairro Jardim das Imbuias, como feminicídio, violência doméstica, posse ilegal de arma de fogo e localização/apreensão de objeto. Euhanan dos Santos Barbosa permanece preso e à disposição da Justiça.
Especialistas em segurança pública e direitos das mulheres destacam que o caso reforça a importância do cumprimento rigoroso das medidas protetivas previstas na legislação brasileira e da atuação integrada entre forças policiais, sistema de Justiça e rede de apoio às vítimas. O feminicídio é tipificado no Código Penal Brasileiro como homicídio qualificado, quando o crime é cometido contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, frequentemente associado a contextos de violência doméstica e familiar.
A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo informou que as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do crime, incluindo a dinâmica dos fatos e a eventual responsabilização por outras infrações associadas ao caso.
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