Após 15 anos, passaporte de Eliza Samudio surge em apartamento em Portugal e reacende mistérios
Documento original da modelo assassinada em 2010 foi descoberto no final de 2025, levantando questões sobre como chegou ao exterior e reacendendo debates sobre o caso que chocou o Brasil
O caso de Eliza Samudio, modelo e atriz paranaense assassinada em 2010, voltou a ganhar destaque nesta semana com a descoberta de seu passaporte em Portugal. O “Consulado-Geral do Brasil em Lisboa” confirmou, na manhã de 6 de janeiro de 2026, que recebeu o documento na sexta-feira anterior, 2 de janeiro. A informação foi inicialmente divulgada pelo “Portal Leo Dias”, que relatou o achado em um imóvel alugado no país europeu no final de 2025.
De acordo com relatos verificados em fontes como o “G1” e o “Extra”, o passaporte foi encontrado por um homem não identificado – possivelmente um brasileiro, conforme posts no X (antigo Twitter) – em meio a livros em uma estante de um apartamento de aluguel ou casa compartilhada.
O documento, emitido em 2006 e considerado autêntico pelas autoridades, apresenta uma possível entrada na Europa em 2007, mas não registra qualquer saída, o que preserva todas as páginas intactas e amplifica o enigma sobre sua trajetória.
Eliza Samudio, vítima de um crime que envolveu o ex-goleiro “Bruno Fernandes” (então no Flamengo e sem filiação partidária conhecida), desapareceu em junho de 2010. Seu corpo nunca foi encontrado, e o caso resultou em condenações por homicídio, ocultação de cadáver e outros crimes. Bruno cumpriu parte da pena e foi solto em 2017, mas o episódio continua a gerar repercussão na mídia e em redes sociais. Posts recentes no X, como os de contas como “ @buzzpopbr e @HugoGloss, destacam como a descoberta “reacende mistérios 15 anos após o crime”, com o documento sendo entregue ao consulado sem explicações claras sobre sua presença em Portugal.
O “Consulado-Geral do Brasil em Lisboa” informou que aguarda posicionamento do “Itamaraty” (Ministério das Relações Exteriores) para decidir o destino do passaporte. Não há indícios de uso fraudulento recente, e fontes como o “Terra” e o “TMC” enfatizam que não existe registro de entrada ou saída que ligue o documento a viagens pós-2010, reforçando o caráter misterioso do achado. A mãe de Eliza, “Sônia Moura”, confirmou à imprensa que o passaporte pertence à filha, adicionando emoção ao caso, mas sem novas evidências que alterem as investigações concluídas.
Especialistas em direito criminal especulam que o documento pode ter sido levado ao exterior por terceiros envolvidos no caso original, mas sem provas concretas, essas hipóteses permanecem especulativas. O reaparecimento ocorre em um contexto de maior atenção a crimes contra mulheres no Brasil, com palavras-chave como “feminicídio” e “justiça” ganhando tração em buscas online relacionadas ao tema.
Embora o caso não tenha ligações diretas com figuras políticas atuais, ele reflete debates sobre impunidade e memória coletiva, especialmente em um ano que marca 16 anos do crime. Relatos em redes sociais, incluindo posts no Instagram e Facebook, mostram reações de surpresa e pedidos por reabertura de inquéritos, mas autoridades não sinalizaram ações adicionais até o momento.
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