Aliados de Vorcaro confiam em suspensão da liquidação do Banco Master pelo TCU ainda em janeiro
Inspeção determinada por ministro do TCU acende debates sobre possível reversão da medida do Banco Central, com aliados otimistas e oposição interna na Corte
O entorno do banqueiro Daniel Vorcaro, incluindo seus parceiros no mundo político, demonstra confiança de que o Tribunal de Contas da União (TCU) suspenderá a liquidação extrajudicial do Banco Master ainda em janeiro de 2026, período de recesso da Corte. Essa expectativa surge em meio a uma inspeção determinada pelo ministro relator do caso, Jhonatan de Jesus, no Banco Central (BC), vista como o primeiro passo para uma possível reversão da medida.
A liquidação extrajudicial do Banco Master foi decretada pelo BC em novembro de 2025, citando graves violações às normas do Sistema Financeiro Nacional, incluindo uma crise de liquidez crônica e fraudes identificadas pela área de fiscalização. O banco, controlado por Daniel Vorcaro, enfrentava problemas financeiros evidentes, o que levou à intervenção como uma “medida extrema”, conforme classificado pelo próprio ministro Jhonatan de Jesus em despacho.
Em 18 de dezembro de 2025, Jhonatan de Jesus solicitou ao BC os fundamentos técnico-jurídicos para a liquidação. Em resposta, o BC enviou uma nota técnica em 30 de dezembro de 2025, mas documentos sigilosos não foram incluídos, pois só podem ser consultados em “ambiente seguro” na sede do banco.
O despacho de Jhonatan determinando a inspeção foi publicado nesta segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, e técnicos do TCU devem visitar o BC entre terça-feira (6) e quarta-feira (7) para analisar essa papelada confidencial. Aliados de Vorcaro avaliam que essa inspeção é o início do fim da liquidação, contando com a simpatia do presidente do TCU, Vital do Rêgo. Uma frase recorrente entre eles resume o otimismo: “está dominado”, referindo-se ao tribunal.
No entanto, uma ala oposta no TCU é veementemente contra a suspensão, argumentando que o banco está efetivamente quebrado devido à crise de liquidez e às irregularidades apuradas. Essa turma já se organiza para um contra-ataque: caso Jhonatan emita uma decisão monocrática favorável ao Master durante o recesso, exigirão uma reunião extraordinária do colegiado para cassar a liminar.
Nos bastidores, o relator Jhonatan de Jesus estaria isolado, com no máximo dois votos favoráveis a uma reversão no plenário do TCU, segundo avaliações internas da Corte. A inspeção acendeu alertas no mercado financeiro, com instituições defendendo a atuação do BC e preocupadas com possíveis interferências que questionem a autonomia da autoridade monetária.
O caso também envolve pressões de gabinetes poderosos pró-Master, incluindo menções a conexões com o Supremo Tribunal Federal (STF), como o ministro Dias Toffoli, embora o foco atual esteja no TCU.
O TCU tem competência para fiscalizar órgãos como o BC, mas não para adentrar o mérito de decisões privativas, como a decretação de liquidações bancárias. Qualquer suspensão dependeria de indícios claros de irregularidades no processo do BC, e até o momento, não há informações públicas suficientes para verificar alegações de precipitação além do que já foi divulgado em despachos oficiais.
O recesso do TCU, que vai até o final de janeiro, adiciona tensão ao cenário, pois decisões monocráticas poderiam ser emitidas nesse período. Palavras-chave como Banco Master, liquidação extrajudicial, TCU, Daniel Vorcaro, Jhonatan de Jesus, Vital do Rêgo e Banco Central destacam a relevância do tema para buscas relacionadas a finanças e política institucional no Brasil.
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Infelizmente, a depender do TCU é 99,9% certo que a liquidação será suspensa. Os Tribunais de Faz de Conta existem para isso mesmo.